Amanhã (05/08) realizaremos o último concerto do Música de PoA 2013.
O concerto será novamente no Auditório Luís Cosme da Casa De Cultura Mario Quintana, às 19h30min.
Não percam!
Entrada franca!
No concerto a participação de Bruno Angelo, Fabrício Gambogi, Irene Porzio Zavala e Camerata Brasileira (Alexandre Fritzen, Gabriel Nunes, Lucas Kinoshita, Moysés Lopes e Rodrigo Siervo).
segunda-feira, 5 de agosto de 2013
segunda-feira, 22 de julho de 2013
Música de PoA 2013 - concerto 2
Na próxima terça-feira (23/07) segundo concerto do Música de PoA 2013.
O concerto será novamente no Auditório Luís Cosme da Casa De Cultura Mario Quintana, às 19h30min.
Não percam!
Entrada franca!
No concerto a participação de Adolfo Almeida Jr., Alexandre Fritzen, Ana Carolina Bueno, Cezar Guerra, Eduardo Luiz Beise Ulrich, Luciano Zanatta, Maria Eduarda Martins, Ramon Junior Kercher, Renan L. Balzan, Renato Dall’Ago, Ricardo Ramires e Vera Vieira.
O concerto será novamente no Auditório Luís Cosme da Casa De Cultura Mario Quintana, às 19h30min.
Não percam!
Entrada franca!
No concerto a participação de Adolfo Almeida Jr., Alexandre Fritzen, Ana Carolina Bueno, Cezar Guerra, Eduardo Luiz Beise Ulrich, Luciano Zanatta, Maria Eduarda Martins, Ramon Junior Kercher, Renan L. Balzan, Renato Dall’Ago, Ricardo Ramires e Vera Vieira.
terça-feira, 16 de julho de 2013
Música de PoA 2013 - Concerto 1
MÚSICA DE PoA HOJE!!!
Concerto 1 (16 de julho de 2013)
19h30min
Local: Auditório Luís Cosme - Casa De Cultura Mario Quintana
ENTRADA FRANCA!!!
Compositores: Carolina Jung do Amaral, Felipe Ferla Da Costa, Israel Kralco e Luis Henrique Brochado "New".
Intérpretes: Angel Rivera, Augusto Ortmeier Arzivenco, Diogo Santos, Glauber Kiss De Souza, Duo HoffParú.
Arte gráfica: Felipe Faraco
Concerto 1 (16 de julho de 2013)
19h30min
Local: Auditório Luís Cosme - Casa De Cultura Mario Quintana
ENTRADA FRANCA!!!
Compositores: Carolina Jung do Amaral, Felipe Ferla Da Costa, Israel Kralco e Luis Henrique Brochado "New".
Intérpretes: Angel Rivera, Augusto Ortmeier Arzivenco, Diogo Santos, Glauber Kiss De Souza, Duo HoffParú.
Arte gráfica: Felipe Faraco
sábado, 13 de julho de 2013
Música de PoA 2013
O Música de PoA é um evento criado com o
objetivo de divulgar a música de concerto escrita e interpretada por músicos
atuantes em Porto Alegre. Presente na cena musical porto-alegrense desde 2007
chega a sua sétima edição no intuito de ampliar os horizontes estéticos da
música atual, sempre apresentando peças e intervenções de múltiplas tendências
estéticas.
A temporada do Música de PoA 2013 contará
com três concertos. Os concertos serão apresentados sempre nas terças-feiras,
nos dias 16 e 23 de julho, e 6 de agosto, sempre às 19h30min, na Sala Luís
Cosme da Casa de Cultura Mário Quintana, 4º andar. Toda a programação terá entrada franca. Confira abaixo a
programação completa.
Atualmente, o projeto é produzido e
coordenado pelos músicos Alexandre Fritzen da Rocha, Daniel S. Mendes, Lauro
Pecktor e Rodrigo Avellar.
Maiores informações podem ser encontradas
no Blog http://musicadepoa.blogspot.com.br/
Apoio:
Discoteca Pública Natho Henn - Casa de Cultura Mário Quintana.
-----------------------------------------------------------------------------------------------
Programação do Música de PoA 2013
Concerto 1 (16 de julho de 2013)
19h30min
Local: Auditório Luís
Cosme - Casa de Cultura Mário Quintana
Compositores:
Carolina Jung do Amaral, Felipe Ferla Da Costa,
Israel Kralco e Luis Henrique Brochado
"New".
Intérpretes:
Angel Rivera, Augusto Ortmeier
Arzivenco, Diogo Santos, Glauber Kiss De
Souza, Duo HoffParú.
Concerto 2 (23 de julho de 2013)
19h30min
Local: Auditório Luís Cosme - Casa de Cultura Mário Quintana
Compositores: Fabrício Gambogi,
Luciano Zanatta, Maria Eduarda Mendes Martins e Renan Luís Balzan, Vera Vieira.
Intérpretes: Adolfo Almeida Jr., Alexandre
Fritzen, Ana Carolina Bueno, Cezar Guerra, “Duo HoffParú” (Nanã Parú e Nativo
Hoffmann Filho), Eduardo Luiz Beise Ulrich, Irene Porzio, Ramon Junior Kercher,
Renato Dall’Ago, Ricardo Ramires.
Concerto 3 (6 de agosto de 2013)
19h30min
Local: Auditório Luís Cosme - Casa de Cultura Mário Quintana
Compositores: Alexandre Fritzen, Bruno Angelo, Moysés Lopes,
Rodrigo Siervo.
Intérpretes: Bruno Angelo e Camerata Brasileira (Alexandre Fritzen,
Gabriel Nunes, Lucas Kinoshita, Moysés Lopes e Rodrigo Siervo).
domingo, 9 de junho de 2013
Música de PoA 2013 – Chamada de Propostas
Prezados compositores e intérpretes,
Neste ano o Música de PoA completará
sete anos.
Utilizaremos o mesmo formato de
concertos e intervenções das edições de 2011 e 2012 do Música de PoA.
Neste ano serão realizados três concertos e três intervenções urbanas.
Os concertos do Música de PoA 2013 ocorrerão
no Auditório Luís Cosme da Casa de Cultura Mário Quintana, nas terças-feiras, dias
16, 23 e 30 de julho, sempre às 19h30min. Também haverá intervenções na
Travessa dos Cataventos aos domingos, dias 14, 21 e 28 de julho, sempre a
partir das 15h.
Serão oferecidas vagas para
apresentação de peças nos concertos e também propostas para as
intervenções urbanas.
O encerramento das inscrições está
prevista para as 22h do dia
22 de junho.
Os critérios para a seleção das
propostas no Música de PoA 2013 serão os mesmos das outras edições: o
compositor ter intérprete próprio; residir, ter residido ou ter nascido na
cidade de Porto Alegre; a peça não ultrapassar 20min de duração; e a ordem de
inscrição das composições. Damos preferência aos compositores que estarão
presentes no evento, assim como aos compositores que participaram de eventos
anteriores do Música de PoA. Não há a necessidade de ineditismo da obra.
O evento não fornecerá intérpretes,
portanto os compositores devem se responsabilizar em contatar os intérpretes de
suas obras, assim como combinar os ensaios.
Aguardamos sua participação e ficamos
a disposição para esclarecimentos pelos e-mails musicadepoa@gmail.com, fritzendarocha@gmail.com,
ou pelo telefone (51) 9694 6068 (falar com Alexandre).
Forte abraço a todos!
Alexandre Fritzen da Rocha
(membro da comissão organizadora do Música de PoA 2013)
http://musicadepoa.blogspot.com/
www.myspace.com/musicadepoa
domingo, 2 de setembro de 2012
Música de PoA 2012 no Espaço Cultural 512
Daqui a pouco, às 19h, realizaremos um concerto do Música de PoA 2012 no Espaço Cultura 512 (João Alfredo, 512). A ideia é apresentar um repertório de sala de concerto dentro de um ambiente de bar.
Na noite contaremos com os improvisos de Alexandre Fritzen da Rocha, Daniel Mendes, Felipe Faraco, Lucas Kinoshita e Moysés Lopes.
Os ingressos podem ser adquiridos na hora por R$5.
Apareça!!!
Na noite contaremos com os improvisos de Alexandre Fritzen da Rocha, Daniel Mendes, Felipe Faraco, Lucas Kinoshita e Moysés Lopes.
Os ingressos podem ser adquiridos na hora por R$5.
Apareça!!!
quinta-feira, 14 de junho de 2012
Programação completa do Música de PoA 2012
Intervenção 1 (17 de
junho de 2012)
15h e 17h
Local: Travessa dos
Cataventos - Casa de Cultura Mário Quintana
“Noisy Loops e Alexandre Fritzen”
Alexandre Fritzen da Rocha (Escaleta e meios eletrônicos) e
Moyses Lopes (meios eletrônicos)
Concerto 1 (19 de
junho de 2012)
19h30min
Local: Auditório Luís
Cosme - Casa de Cultura Mário Quintana
Compositores: Arthur Wilkens, Felipe Adami, Maria Eduarda
Martins, Moyses Lopes, Rodrigo Siervo, Vera Vieira.
Intérpretes: Arthur Wilkens, Vera Vieira e Camerata
Brasileira (Alexandre Fritzen da Rocha, Gabriel Nunes, Lucas Kinoshita, Moyses
Lopes e Rodrigo Siervo)
Intervenção 2 (24 de
junho de 2012)
15h e 17h
Local: Travessa dos
Cataventos - Casa de Cultura Mário Quintana
“Duo HoffParú”
Nanã Parú e Nativo Hoffmann Filho (violões)
Concerto 2 (26 de
junho de 2012)
19h30min
Local: Auditório Luís
Cosme - Casa de Cultura Mário Quintana
Compositores: Carolina Jung, Dimitri Cervo, Edward Ware, Felipe Ferla da Costa, Fernando Mattos, Vera Vieira.
Intérpretes: Alexandre Fritzen da Rocha, Ángel Afonso Rivera, Daniel Mueller,
Felipe Faraco, João Batista Souza, Kainã Valentim, Letícia Arnold, Nicole
Accurso, Vera Vieira.
Intervenção 3 (1 de
julho de 2012)
15h e 17h
Local: Travessa dos
Cataventos - Casa de Cultura Mário Quintana
“Duo Faraco Fritzen”
Alexandre Fritzen da Rocha (piano elétrico) e Felipe Faraco
(Baixo Elétrico)
Concerto 3 (3 de
julho de 2012)
19h30min
Local: Auditório Luís
Cosme - Casa de Cultura Mário Quintana
Compositores: Alexandre
Fritzen da Rocha, Daniel Mendes, Germán Gras, Lauro Pecktor, Rodrigo Meine.
Intérpretes: Alexandre
Fritzen da Rocha, Daniel Mendes, Gabriel Penido, Pedro Sperb e Ensemblefantes
(Barbara Ziel, Deisi Coccaro, Fernando Fleck, Lucas Alves, Maria Benincá,
Mariana Krewer, Marta Brietzke, Rodrigo Carraro)
Apoio: Discoteca Pública Natho Henn
domingo, 20 de maio de 2012
Segunda chamada de Peças
Música de PoA 2012 - Segunda
Chamada de Propostas
Prezados compositores e intérpretes
Estamos realizando a segunda chamada para apresentação de
peças e intervenções sonoras. Disponibilizamos vagas para apresentações de
composições nos dias 19 e 26 de junho (no Auditório Luís Cosme da Casa de
Cultura Mário Quintana), e propostas para intervenções urbanas na Casa de
Cultura Mário Quintana nos dias 17 e 24 de junho, e 1 de julho. A segunda
chamada de Propostas encerra-se no dia 26
de maio de 2012, às 22h.
Os critérios para a seleção das peças no Música de PoA 2012
serão os mesmos das outras edições: o compositor ter intérprete próprio;
residir, ter residido ou ter nascido na cidade de Porto Alegre ou circular na
cena musical da cidade; a peça não ultrapassar 15min de duração (com exceção às
intervenções urbanas que poderão ter até 45min); e o ordenamento de inscrição
das composições. Damos preferência aos compositores que estarão presentes no
evento, assim como aos compositores que participaram de eventos anteriores do
Música de PoA. Não há a necessidade de a peça ser inédita.
O evento não fornecerá intérprete. Os compositores devem
procurar os intérpretes para suas peças, assim como combinar os ensaios.
Aguardamos sua participação e ficamos a disposição para
esclarecimentos pelos e-mails musicadepoa@gmail.com, fritzendarocha@gmail.com,
ou pelo telefone (51) 9694 6068 (falar com Alexandre).
Forte abraço a todos!
Alexandre Fritzen da Rocha
(membro da comissão organizadora do Música de POA 2012)
http://musicadepoa.blogspot.com/
www.myspace.com/musicadepoa
terça-feira, 1 de maio de 2012
Música de PoA 2012 - Chamada de Propostas:
Prezados compositores e intérpretes,
Neste ano o Música de PoA completará seis anos. Utilizaremos o mesmo formato de concertos e intervenções, como realizamos na edição do Música de PoA 2011. Neste ano serão realizados três concertos e seis intervenções urbanas. Os concertos do Música de PoA 2012 ocorrerão na Auditório Luís Cosme da Casa de Cultura Mário Quintana, nas terças-feiras (dias 19 e 26 de junho, e 3 de julho), às 19h30min. Também haverá intervenções urbanas aos domingos (17 e 24 de junho, e 1 de julho), sempre a partir das 15h e às 17h. Estamos abrindo a chamada de peças para a primeira temporada. Serão oferecidas vagas para apresentação de peças nos concertos dos dias 19 e 26 de junho, e 3 de julho, e também estamos aceitando propostas para as intervenções urbanas.
O encerramento das inscrições está prevista para as 22h do dia 16 de maio. Os critérios para a seleção das peças no Música de PoA 2011 serão os mesmos das outras edições: o compositor ter intérprete próprio; residir, ter residido ou ter nascido na cidade de Porto Alegre; a peça não ultrapassar 15min de duração (com exceção às intervenções urbanas que poderão ter até 45min), e a ordem de inscrição das composições. Damos preferência aos compositores que estarão presentes no evento, assim como aos compositores que participaram de eventos anteriores do Música de PoA. Não há a necessidade de a peça ser inédita.
Aguardamos sua participação e ficamos a disposição para esclarecimentos pelos e-mails musicadepoa@gmail.com, fritzendarocha@gmail.com, ou pelo telefone (51) 9694 6068 (falar com Alexandre).
Forte abraço a todos!
Alexandre Fritzen da Rocha (membro da comissão organizadora do Música de PoA 2012) http://musicadepoa.blogspot.com/
www.myspace.com/musicadepoa
Prezados compositores e intérpretes,
Neste ano o Música de PoA completará seis anos. Utilizaremos o mesmo formato de concertos e intervenções, como realizamos na edição do Música de PoA 2011. Neste ano serão realizados três concertos e seis intervenções urbanas. Os concertos do Música de PoA 2012 ocorrerão na Auditório Luís Cosme da Casa de Cultura Mário Quintana, nas terças-feiras (dias 19 e 26 de junho, e 3 de julho), às 19h30min. Também haverá intervenções urbanas aos domingos (17 e 24 de junho, e 1 de julho), sempre a partir das 15h e às 17h. Estamos abrindo a chamada de peças para a primeira temporada. Serão oferecidas vagas para apresentação de peças nos concertos dos dias 19 e 26 de junho, e 3 de julho, e também estamos aceitando propostas para as intervenções urbanas.
O encerramento das inscrições está prevista para as 22h do dia 16 de maio. Os critérios para a seleção das peças no Música de PoA 2011 serão os mesmos das outras edições: o compositor ter intérprete próprio; residir, ter residido ou ter nascido na cidade de Porto Alegre; a peça não ultrapassar 15min de duração (com exceção às intervenções urbanas que poderão ter até 45min), e a ordem de inscrição das composições. Damos preferência aos compositores que estarão presentes no evento, assim como aos compositores que participaram de eventos anteriores do Música de PoA. Não há a necessidade de a peça ser inédita.
O evento não fornecerá intérprete. Os compositores devem
procurar os intérpretes para suas peças, assim como combinar os ensaios.
Aguardamos sua participação e ficamos a disposição para esclarecimentos pelos e-mails musicadepoa@gmail.com, fritzendarocha@gmail.com, ou pelo telefone (51) 9694 6068 (falar com Alexandre).
Forte abraço a todos!
Alexandre Fritzen da Rocha (membro da comissão organizadora do Música de PoA 2012) http://musicadepoa.blogspot.com/
www.myspace.com/musicadepoa
domingo, 29 de maio de 2011
Programação da Primeira temporada do Música de PoA 2011
Música de PoA 2011 - Primeira temporada:
CONCERTOS:
Concerto 1 – experimentos (07 de junho de 2011) 19h30min
Adolfo Almeida Jr. e Alexandre Fritzen da Rocha
“Improviso Livre”
(fagote: Adolfo Almeida Jr.; piano: Alexandre Fritzen da Rocha)
Felipe Faraco
“Deselegâncias”
(intérpretes: Alexandre Fritzen da Rocha e Nativo Hoffmann Filho)
Rodrigo Siervo
“Sax Solla – Impro 1”
(saxofone: Rodrigo Siervo)
>> FF
“Improviso Livre”
(piano: Alexandre Fritzen da Rocha; baixo elétrico: Felipe Faraco)
Germán Gras
“Tozz”
(flauta transversal: Rodrigo de Azevedo Carraro; clarinete: Germán Enrique Gras; viola: Gabriel Polycarpo; violoncelo: Marta Brietzke; regência: Lucas Alves)
Duo HoffParú
“Improviso Livre”
(violões: Nativo Hoffmann Filho, Nanã Parú)
Concerto 2 – câmara (14 de junho de 2011) 19h30min
Alexandre Fritzen da Rocha
“Moya”
(escaleta e computador: Alexandre Fritzen da Rocha)
Lauro Pecktor
“...do espelho II”
“...do espelho III”
“...do espelho IV”
(piano: Maria Benincá)
Germán Gras
“Peça para Marta”
(violoncelo: Marta Brietske)
Felipe Faraco
“Vítima Habitual”
(piano: Alexandre Fritzen da Rocha)
Rodrigo Meine
“3 Imagens para violão solo”
- I. Emerië
- II. Durthang
- III. Bruinen
(violão: Fernando Fleck de Oliveira)
Nativo Hoffmann Filho
“Esboço”
(violão: Nativo Hoffmann Filho)
Henrique Mombach
“Rondó Brasileiro” (2010)
(violas: Gabriel Policarpo e Vinícius Diniz; violoncelos: Gabriela Bock e Lucas Duarte)
Concerto 3 – limiar (21 de junho de 2011) 19h30min
Gaspar Caon
“Prelúdio Fantasia, Op.2”
“Ragtime da Bengalinha, Op.6”
(piano: Gaspar Caon)
Cuca Medina
Canções Platinas:
“Tristonhas Pedras”
“Sessão”
“O Instante e o Nervo”
(piano e voz: Cuca Medina; saxofone: Jesiel Pinheiro; guitarra: Luis Gubert; baixo: Felipe Faraco)
Rodrigo Siervo
“Circo Vazio”
“Por Volta das 7:23”
(Quarteto SMS: saxofone: Rodrigo Siervo; piano: Alexandre Fritzen da Rocha; contrabaixo: Gabriel Nunes; bateria: Lucas Kinoshita)
Alexandre Fritzen da Rocha
“Londrina”
(Quarteto SMS: saxofone: Rodrigo Siervo; piano: Alexandre Fritzen da Rocha; contrabaixo: Gabriel Nunes; bateria: Lucas Kinoshita)
Marcelo Armani
“Composição Instantânea para Percussão Despreparada”
(vídeo, Percussão, materiais e superfícies amplificadas: Carina Levitan e Marcelo Armani)
Concerto 4 – Ensemble Ars Contemporanea (28 de junho de 2011) 20h
Geraldo Bueno Fischer
“Central”
(violões: Fernando Fleck e Geraldo Fischer)
Lauro Pecktor
“A Cerejeira da Ama-de-Leite”
(flauta transversal: Rodrigo de Azevedo Carraro, violoncelo: Lucas Duarte, piano: Maria Amélia Benincá)
Alexandre Fritzen da Rocha
“Trio II – Porto Alegre 18h”
(flauta transversal: Rodrigo de Azevedo Carraro; violino: Grace Nardes; piano: Maria Benincá)
Geraldo Bueno Fischer
“Onde?”
(voz: Deise Coccaro; flauta: Rodrigo de Azevedo Carraro; violino: Grace Nardes; violoncelo: Barbara Johanna Ziel; violão: Fernando Fleck; piano: Maria Benincá; regência: Lucas Alves)
Germán Gras
“El Encantador de Elefantes”
(narrador: Deise Coccaro; flauta: Rodrigo de Azevedo Carraro; violino: Grace Nardes; violoncelo: Barbara Johanna Ziel; violão: Fernando Fleck; piano: Maria Benincá; regência: Lucas Alves)
-----------------------
INTERVENÇÕES:
>Intervenções 1 (05 de junho de 2011) 17h15min e 17h45min
Duo HoffParú, Cuca Medina e >>FF
“Diálogos Convergentes”
(violões: Nativo Hoffmann Filho, Nanã Parú; voz e computador: Cuca Medina; escaleta: Alexandre Fritzen da Rocha; baixo elétrico: Felipe Faraco)
>Intervenção 2 (12 de junho de 2011) 17h15min e 17h45min
Grupo de Música Corporal da Escola Técnica Estadual Parobé
“Diversões sonoras” (improvisação coletiva)
>Intervenção 3 (19 de junho de 2011) 17h45min
Marcelo Armani
“Instante Co-Habitável” (áudio/visual)
>Intervenção 4 (26 de junho de 2011) 17h15min e 17h45min
Camerata Brasileira
“Fukushima Lab”
(saxofone: Rodrigo Siervo; violão: Moysés Lopes; contrabaixo: Gabriel Nunes; piano: Alexandre Fritzen da Rocha)
TODOS OS EVENTOS TERÃO ENTRADA FRANCA
CONCERTOS:
Concerto 1 – experimentos (07 de junho de 2011) 19h30min
Adolfo Almeida Jr. e Alexandre Fritzen da Rocha
“Improviso Livre”
(fagote: Adolfo Almeida Jr.; piano: Alexandre Fritzen da Rocha)
Felipe Faraco
“Deselegâncias”
(intérpretes: Alexandre Fritzen da Rocha e Nativo Hoffmann Filho)
Rodrigo Siervo
“Sax Solla – Impro 1”
(saxofone: Rodrigo Siervo)
>> FF
“Improviso Livre”
(piano: Alexandre Fritzen da Rocha; baixo elétrico: Felipe Faraco)
Germán Gras
“Tozz”
(flauta transversal: Rodrigo de Azevedo Carraro; clarinete: Germán Enrique Gras; viola: Gabriel Polycarpo; violoncelo: Marta Brietzke; regência: Lucas Alves)
Duo HoffParú
“Improviso Livre”
(violões: Nativo Hoffmann Filho, Nanã Parú)
Concerto 2 – câmara (14 de junho de 2011) 19h30min
Alexandre Fritzen da Rocha
“Moya”
(escaleta e computador: Alexandre Fritzen da Rocha)
Lauro Pecktor
“...do espelho II”
“...do espelho III”
“...do espelho IV”
(piano: Maria Benincá)
Germán Gras
“Peça para Marta”
(violoncelo: Marta Brietske)
Felipe Faraco
“Vítima Habitual”
(piano: Alexandre Fritzen da Rocha)
Rodrigo Meine
“3 Imagens para violão solo”
- I. Emerië
- II. Durthang
- III. Bruinen
(violão: Fernando Fleck de Oliveira)
Nativo Hoffmann Filho
“Esboço”
(violão: Nativo Hoffmann Filho)
Henrique Mombach
“Rondó Brasileiro” (2010)
(violas: Gabriel Policarpo e Vinícius Diniz; violoncelos: Gabriela Bock e Lucas Duarte)
Concerto 3 – limiar (21 de junho de 2011) 19h30min
Gaspar Caon
“Prelúdio Fantasia, Op.2”
“Ragtime da Bengalinha, Op.6”
(piano: Gaspar Caon)
Cuca Medina
Canções Platinas:
“Tristonhas Pedras”
“Sessão”
“O Instante e o Nervo”
(piano e voz: Cuca Medina; saxofone: Jesiel Pinheiro; guitarra: Luis Gubert; baixo: Felipe Faraco)
Rodrigo Siervo
“Circo Vazio”
“Por Volta das 7:23”
(Quarteto SMS: saxofone: Rodrigo Siervo; piano: Alexandre Fritzen da Rocha; contrabaixo: Gabriel Nunes; bateria: Lucas Kinoshita)
Alexandre Fritzen da Rocha
“Londrina”
(Quarteto SMS: saxofone: Rodrigo Siervo; piano: Alexandre Fritzen da Rocha; contrabaixo: Gabriel Nunes; bateria: Lucas Kinoshita)
Marcelo Armani
“Composição Instantânea para Percussão Despreparada”
(vídeo, Percussão, materiais e superfícies amplificadas: Carina Levitan e Marcelo Armani)
Concerto 4 – Ensemble Ars Contemporanea (28 de junho de 2011) 20h
Geraldo Bueno Fischer
“Central”
(violões: Fernando Fleck e Geraldo Fischer)
Lauro Pecktor
“A Cerejeira da Ama-de-Leite”
(flauta transversal: Rodrigo de Azevedo Carraro, violoncelo: Lucas Duarte, piano: Maria Amélia Benincá)
Alexandre Fritzen da Rocha
“Trio II – Porto Alegre 18h”
(flauta transversal: Rodrigo de Azevedo Carraro; violino: Grace Nardes; piano: Maria Benincá)
Geraldo Bueno Fischer
“Onde?”
(voz: Deise Coccaro; flauta: Rodrigo de Azevedo Carraro; violino: Grace Nardes; violoncelo: Barbara Johanna Ziel; violão: Fernando Fleck; piano: Maria Benincá; regência: Lucas Alves)
Germán Gras
“El Encantador de Elefantes”
(narrador: Deise Coccaro; flauta: Rodrigo de Azevedo Carraro; violino: Grace Nardes; violoncelo: Barbara Johanna Ziel; violão: Fernando Fleck; piano: Maria Benincá; regência: Lucas Alves)
-----------------------
INTERVENÇÕES:
>Intervenções 1 (05 de junho de 2011) 17h15min e 17h45min
Duo HoffParú, Cuca Medina e >>FF
“Diálogos Convergentes”
(violões: Nativo Hoffmann Filho, Nanã Parú; voz e computador: Cuca Medina; escaleta: Alexandre Fritzen da Rocha; baixo elétrico: Felipe Faraco)
>Intervenção 2 (12 de junho de 2011) 17h15min e 17h45min
Grupo de Música Corporal da Escola Técnica Estadual Parobé
“Diversões sonoras” (improvisação coletiva)
>Intervenção 3 (19 de junho de 2011) 17h45min
Marcelo Armani
“Instante Co-Habitável” (áudio/visual)
>Intervenção 4 (26 de junho de 2011) 17h15min e 17h45min
Camerata Brasileira
“Fukushima Lab”
(saxofone: Rodrigo Siervo; violão: Moysés Lopes; contrabaixo: Gabriel Nunes; piano: Alexandre Fritzen da Rocha)
TODOS OS EVENTOS TERÃO ENTRADA FRANCA
quinta-feira, 28 de abril de 2011
Música de PoA 2011!
Prezados compositores e intérpretes
Neste ano o Música de PoA completará cinco anos.
Pretendemos mudar o formato dos concertos nesta edição e este ano faremos duas temporadas do evento, a primeira em junho e a segunda em dezembro de 2011.
Os concertos da primeira temporada ocorrerão na Sala Luís Cosme da Casa de Cultura Mário Quintana sempre às terças-feiras de junho (dias 7, 14, 21 e 28), às 20h. Também haverá intervenções urbanas aos domingos (5, 12, 19 e 26), sempre a partir das 18h30min.
Estamos abrindo a chamada de peças para a primeira temporada.
Serão oferecidas vagas para apresentação de peças nos concertos dos dias 7, 14 e 21, e também estamos aceitando propostas para as intervenções urbanas.
O encerramento das inscrições está prevista para as 22h do dia 09 de maio.
Os critérios para a seleção das peças no Música de PoA 2011 serão os mesmos das outras edições: o compositor ter intérprete próprio; residir, ter residido ou ter nascido na cidade de Porto Alegre; a peça não ultrapassar 15min de duração (com exceção às intervenções urbanas que poderão ter até 45min), e a ordem de inscrição das composições. Damos preferência aos compositores que estarão presentes no evento, assim como aos compositores que participaram de eventos anteriores do Música de POA. Não há a necessidade de a peça ser inédita.
Aguardamos sua participação e ficamos a disposição para esclarecimentos pelos e-mails musicadepoa@gmail.com, fritzendarocha@gmail.com, ou pelo telefone (51) 9694 6068 (falar com Alexandre).
Forte abraço a todos!
Alexandre Fritzen da Rocha
(membro da comissão organizadora do Música de POA 2011)
http://musicadepoa.blogspot.com/
www.myspace.com/musicadepoa
Neste ano o Música de PoA completará cinco anos.
Pretendemos mudar o formato dos concertos nesta edição e este ano faremos duas temporadas do evento, a primeira em junho e a segunda em dezembro de 2011.
Os concertos da primeira temporada ocorrerão na Sala Luís Cosme da Casa de Cultura Mário Quintana sempre às terças-feiras de junho (dias 7, 14, 21 e 28), às 20h. Também haverá intervenções urbanas aos domingos (5, 12, 19 e 26), sempre a partir das 18h30min.
Estamos abrindo a chamada de peças para a primeira temporada.
Serão oferecidas vagas para apresentação de peças nos concertos dos dias 7, 14 e 21, e também estamos aceitando propostas para as intervenções urbanas.
O encerramento das inscrições está prevista para as 22h do dia 09 de maio.
Os critérios para a seleção das peças no Música de PoA 2011 serão os mesmos das outras edições: o compositor ter intérprete próprio; residir, ter residido ou ter nascido na cidade de Porto Alegre; a peça não ultrapassar 15min de duração (com exceção às intervenções urbanas que poderão ter até 45min), e a ordem de inscrição das composições. Damos preferência aos compositores que estarão presentes no evento, assim como aos compositores que participaram de eventos anteriores do Música de POA. Não há a necessidade de a peça ser inédita.
Aguardamos sua participação e ficamos a disposição para esclarecimentos pelos e-mails musicadepoa@gmail.com, fritzendarocha@gmail.com, ou pelo telefone (51) 9694 6068 (falar com Alexandre).
Forte abraço a todos!
Alexandre Fritzen da Rocha
(membro da comissão organizadora do Música de POA 2011)
http://musicadepoa.blogspot.com/
www.myspace.com/musicadepoa
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
Comentário sobre o concerto do dia 23 de dezembro de 2011
Faço aqui um breve comentário do 2º concerto do Música de POA, esse que aconteceu no dia 23/12/2010 lá no Auditório do IA. Como participante do público assíduo a esses e outros concertos de música contemporânea em Porto Alegre, volta e meia me surpreendo com a qualidade a que podem chegar esses eventos, levando-se em consideração que são produzidos quase que de sopetão e juntando as obras capazes de serem montadas (compostas, ensaiadas, revisadas) em poucas semanas. Essa última edição do Música de POA, particularmente, nos veio da forma mais inesperada, quando já ninguém esperava muita coisa do caduco ano de 2010. Vejam (mais abaixo neste blog) que a chamada de obras data do dia 26 de novembro, e creio que não sou o único a se desesperar para conseguir montar alguma peça a tempo. Ainda mais nessa época do ano, com concertos de Natal borbulhando em cada igreja, parque, hospital ou esquina da cidade: com tantos cachês extras, são poucos os que querem tocar de graça uma peça que vai lhes dar horas de estudo e ensaios.
Mas então: como pode ser que o concerto do dia 19 tenha saído tão bem? Em primeiro lugar, temos que fazer jus à sensibilidade da produção na organização do repertório e ao empenho dos intérpretes e compositores envolvidos. Depois, temos que lembrar como foi desastroso o ano de 2010 para a nossa música: não somente minguaram os concertos de música contemporânea (e olha que muitos em 2009 pensavam, junto com o Tiririca: “pior que tá não fica”), mas mesmo instituições consagradas e eternas e esplendorosas como a OSPA apresentaram programações geralmente insípidas, acreditando que para renovar ou refazer seu público o segredo seria apelar para The very Best of Hollywood.
Mas creio que há ainda um outro fator a ser considerado, o qual tem papel fundamental na continuidade do Música de POA ao longo desses anos: trata-se do poder da iniciativa conjunta, do núcleo de artistas formando uma comunidade na qual seus interesses musicais estão simplesmente em primeiro lugar. É isso que confere vida ao ciclo de concertos, jogando ar puro sobre os dogmas da “música clássica”, e nos lembrando que afinal de conta nós fazemos o que fazemos porque gostamos disso, porque é divertido experimentar em conjunto, saber das criações dos outros e conhecer as caras novas que estão surgindo. Acho que é desse ambiente que surgem revelações tão impressionantes como a dupla de violões Nanã Parú-Nativo Hoffmann, que já ultrapassou longe a barreira do vamos-tocar-os-ritmos-e-as-notas, tão comum nas apresentações de música contemporânea, para criarem suas próprias performances, e assim reafirmar o sentido da função do intérprete. Quem lhes agradece por isso é o público em geral, mas principalmente os próprios compositores.
Bruno Milheira Angelo
(compositor)
Mas então: como pode ser que o concerto do dia 19 tenha saído tão bem? Em primeiro lugar, temos que fazer jus à sensibilidade da produção na organização do repertório e ao empenho dos intérpretes e compositores envolvidos. Depois, temos que lembrar como foi desastroso o ano de 2010 para a nossa música: não somente minguaram os concertos de música contemporânea (e olha que muitos em 2009 pensavam, junto com o Tiririca: “pior que tá não fica”), mas mesmo instituições consagradas e eternas e esplendorosas como a OSPA apresentaram programações geralmente insípidas, acreditando que para renovar ou refazer seu público o segredo seria apelar para The very Best of Hollywood.
Mas creio que há ainda um outro fator a ser considerado, o qual tem papel fundamental na continuidade do Música de POA ao longo desses anos: trata-se do poder da iniciativa conjunta, do núcleo de artistas formando uma comunidade na qual seus interesses musicais estão simplesmente em primeiro lugar. É isso que confere vida ao ciclo de concertos, jogando ar puro sobre os dogmas da “música clássica”, e nos lembrando que afinal de conta nós fazemos o que fazemos porque gostamos disso, porque é divertido experimentar em conjunto, saber das criações dos outros e conhecer as caras novas que estão surgindo. Acho que é desse ambiente que surgem revelações tão impressionantes como a dupla de violões Nanã Parú-Nativo Hoffmann, que já ultrapassou longe a barreira do vamos-tocar-os-ritmos-e-as-notas, tão comum nas apresentações de música contemporânea, para criarem suas próprias performances, e assim reafirmar o sentido da função do intérprete. Quem lhes agradece por isso é o público em geral, mas principalmente os próprios compositores.
Bruno Milheira Angelo
(compositor)
quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
Impressões sobre o concerto I do Música de PoA 2010
No concerto do dia 10 de Dezembro de 2010, ocorrido na Sala Luis Cosme da Casa de Cultura Mário Quintana, o público foi saudado com música para solos e duos. Foi o primeiro concerto da temporada 2010.
Não apenas uma grande variedade sonora, mas distintas expressões artísticas significativas de nossa cidade. O concerto apresentou unidade entre início e final do concerto, com performances de improviso / diálogos musicais em duos. Duas frentes principais delinearam o tipo de ação musical: o improviso e a ação espontânea, de um lado, e as composições, com suas ações planejadas antecipadamente (pelo menos estruturalmente). Por outro lado, apesar de contarmos com uma instrumentação relativamente pequena (a maior parte das peças contava ou com o piano ou o violão, exceto o improviso de abertura, com o baixo elétrico) a criatividade e as diferenças que caracterizam cada compositor e cada intérprete foram cruciais na geração de uma grande variedade de sons, temporalidades, experimentos e imagens.
A primeira música foi o Improviso Livre de Felipe Faraco (baixo elétrico) e Alexandre Fritzen da Rocha (piano). Nesta, tivemos o encontro de dois músicos com personalidades artísticas distintas. Faraco é compositor e baixista, roqueiro autêntico e figura transgressora no território da música de concerto. Fritzen é compositor, tecladista versátil e performático, pianista e organista que transita entre a música popular e erudita, além de pisar fundo, rodando em busca de espaços para que a música contemporânea de concerto aconteça, por aqui...
A segunda peça, Contemplações I, do compositor baiano (residente em Porto Alegre) Sérgio Lemos, foi executada pelo próprio compositor. O estado de contemplação não veio apenas pelo movimento lento, predominante na composição, mas por uma série de "arquétipos harmônicos", vívidos na memória, evidenciando sétimas maiores e resoluções singelas em figurações de curta duração. As memórias ativadas, enquanto ouvinte, me levaram até Satie, Cage e Koellreutter. A informação no decorrer do tempo, não deixou a preciosa contemplação ser fugídia, valendo-se da leveza, do tempo dilatado e da repetição renovada com delicadeza.
A terceira peça, So wie 'An', de Lauro Pecktor, foi interpretada pela pianista Maria Benincá. Trouxe uma quebra, num caráter expressivo oposto à contemplação. A peça foi inspirada em An, de Stefano Gervasoni (para flauta contralto, clarinete e trio de cordas, estreada em 1990). Como An, a peça apresenta quebras abruptas na densidade e, por outro lado mantém um sentido de tensão constante, de alguma forma. Fragmentos rítmicos fugazes e perturbados, entremeados por pausas, evocaram um sentimento de algo oculto, ora por formações cordais intrincadas, ora por uma só altura permanente por mais tempo, ao final de alguns fragmentos - o que deixou um sentimento de dúvida... Nesta peça, a incerteza molda o percurso, que se converte em ansiedade em andamento, pela constante quebra na linearidade.
A quarta peça foi Momento I de Alexandre Fritzen da Rocha, interpretada pelo compositor ao piano. Fluída, com movimento lento em que um gesto encaixa no outro utiliza a linearidade nas transições e belas transformações harmônicas. A beleza, aqui, não é colocada como um atributo de superioridade, mas como uma condição confortável, relativa a serenidade com uma pequena ânsia pelo futuro. As sugestões de harmonia quartal e triádica são elaboradas de forma orgânica. A espera, frequentemente me conduziu a um sentimento do sublime, num ponto onde articulações, timbres e coleções de alturas se fundem. Além do timbre tradicional, o compositor utilizou de uma folha de papel sobre as cordas do piano, num curto momento, tal como um comentário. Melancolia e dramaticidade velada também fazem desta obra, um momento de cuidado e reflexão na expressão de sentimentos-sons.
A quinta peça foi Nyx de Lauro Pecktor - a qual assisti pela terceira vez – interpretada por Alexandre Fritzen. Com movimento lento e organizações harmônicas ora tranquilas, ora perturbadas, me levou a contemplar os sons e a carga de movimento, gerada pelos batimentos. O ambiente obscuro (Nyx é a deusa da noite, na mitologia grega) aparece num jogo de oposições com amplo uso do registro. Graves e agudos convivem num mesmo percurso, com foco nas diversas complementações claro-escuro com notas de longa duração, num tempo "sem tempo". Em meio a isso, pequenos segmentos líricos que remetem a Chopin. A convivência de registros evoca uma correspondência entre sombra (registro grave) e luz (agudo), numa alusão às imagens noturnas: o céu obscuro e as estrelas brilhantes, imersas no vazio atemporal.
A sexta peça foi a Toccata III, de Fernando Lewis de Mattos, interpretada pela violonista Fernanda Krüger. Foi composta a partir das partes instrumentais da canção A Morte do Leiteiro, a qual tive a oportunidade de ouvir em 2005, com Fernanda e o barítono Demerval Keller. A peça apresenta a alternância e o retorno entre 2 momentos principais, um mais movido e fluído, com figuração circular e reiterada, com rapidez no dedilhado, e o outro contrapontístico e pontuado. A obra traz um pouco da brasilidade de Mattos, que transita com liberdade – e conhecimento de causa – entre o nacional e o universal (cruzamento, aliás, que foi parte do objeto de sua tese de doutorado em Música), a cultura de tradição popular e a música erudita. Num contexto modal, o movimento do primeiro segmento introduz força e progressividade, o que é contraposto ao segmento mais pontuado, interrompido e pesado, do segundo momento.
A última música, fechando a "forma em arco acidentado" do espetáculo, foi o Improviso Livre do duo de violões HoffParú (Nativo Hoffmann e Nanã Parú Quintela Pombo). A música dos dois foi algo extremo. Lembro-me de conversar com Nanã, ao final do concerto sobre o risco - algo tão cobiçado em Performance Art e que vem sendo explorado por artistas de diversas áreas em nossa cidade - e este me falou até de um suposto novo gênero de música, chamado danger music. A partir daí pensei: "o HoffParú faz Danger Music". Ao violão, empunharam ferramentas diversas, baquetas, potes de vidro, espiral de batedeira e muitos giros das cravelhas, provocando mudanças extremas na afinação. Num destes momentos (de re-afinação), achei que a corda mi fosse estourar. Mas os rapazes sabem a medida certa da força. O violão teve muitas transfigurações como instrumento, adquiriu atributos que não possui, no uso tradicional. E tudo isso através da paixão dos músicos pela arte sonora e pelo improviso livre, o que fica evidente na sintonia que os une e os leva a enfrentar o risco, juntos.
Fazendo um balanço do concerto, que teve desde a contemplação musical até a pesquisa sonora "de risco", posso dizer que foi uma noite diversa e rica em sonoridades e expressão. Gostaria de ver mais pessoas interessadas pela música como prática artística, descobrindo corajosamente suas possibilidades expressivas, desde os sons mais humildes até a "danger music". Isso, no entanto, requer iniciativas como esta, deste grupo de jovens compositores e altruístas que apostam na diferença, sem o ranço da memória estereotipada, pretendida como memória cultural "real" por certas mídias. O presente abarca individualidades peculiares. Que nos mantenhamos atentos ao presente e aos frutos dos condicionamentos e certas expectativas, que nos acomodam e nos diminuem.
Vida longa e próspera ao Música de PoA!
Cuca Medina
(compositora)
Não apenas uma grande variedade sonora, mas distintas expressões artísticas significativas de nossa cidade. O concerto apresentou unidade entre início e final do concerto, com performances de improviso / diálogos musicais em duos. Duas frentes principais delinearam o tipo de ação musical: o improviso e a ação espontânea, de um lado, e as composições, com suas ações planejadas antecipadamente (pelo menos estruturalmente). Por outro lado, apesar de contarmos com uma instrumentação relativamente pequena (a maior parte das peças contava ou com o piano ou o violão, exceto o improviso de abertura, com o baixo elétrico) a criatividade e as diferenças que caracterizam cada compositor e cada intérprete foram cruciais na geração de uma grande variedade de sons, temporalidades, experimentos e imagens.
A primeira música foi o Improviso Livre de Felipe Faraco (baixo elétrico) e Alexandre Fritzen da Rocha (piano). Nesta, tivemos o encontro de dois músicos com personalidades artísticas distintas. Faraco é compositor e baixista, roqueiro autêntico e figura transgressora no território da música de concerto. Fritzen é compositor, tecladista versátil e performático, pianista e organista que transita entre a música popular e erudita, além de pisar fundo, rodando em busca de espaços para que a música contemporânea de concerto aconteça, por aqui...
A segunda peça, Contemplações I, do compositor baiano (residente em Porto Alegre) Sérgio Lemos, foi executada pelo próprio compositor. O estado de contemplação não veio apenas pelo movimento lento, predominante na composição, mas por uma série de "arquétipos harmônicos", vívidos na memória, evidenciando sétimas maiores e resoluções singelas em figurações de curta duração. As memórias ativadas, enquanto ouvinte, me levaram até Satie, Cage e Koellreutter. A informação no decorrer do tempo, não deixou a preciosa contemplação ser fugídia, valendo-se da leveza, do tempo dilatado e da repetição renovada com delicadeza.
A terceira peça, So wie 'An', de Lauro Pecktor, foi interpretada pela pianista Maria Benincá. Trouxe uma quebra, num caráter expressivo oposto à contemplação. A peça foi inspirada em An, de Stefano Gervasoni (para flauta contralto, clarinete e trio de cordas, estreada em 1990). Como An, a peça apresenta quebras abruptas na densidade e, por outro lado mantém um sentido de tensão constante, de alguma forma. Fragmentos rítmicos fugazes e perturbados, entremeados por pausas, evocaram um sentimento de algo oculto, ora por formações cordais intrincadas, ora por uma só altura permanente por mais tempo, ao final de alguns fragmentos - o que deixou um sentimento de dúvida... Nesta peça, a incerteza molda o percurso, que se converte em ansiedade em andamento, pela constante quebra na linearidade.
A quarta peça foi Momento I de Alexandre Fritzen da Rocha, interpretada pelo compositor ao piano. Fluída, com movimento lento em que um gesto encaixa no outro utiliza a linearidade nas transições e belas transformações harmônicas. A beleza, aqui, não é colocada como um atributo de superioridade, mas como uma condição confortável, relativa a serenidade com uma pequena ânsia pelo futuro. As sugestões de harmonia quartal e triádica são elaboradas de forma orgânica. A espera, frequentemente me conduziu a um sentimento do sublime, num ponto onde articulações, timbres e coleções de alturas se fundem. Além do timbre tradicional, o compositor utilizou de uma folha de papel sobre as cordas do piano, num curto momento, tal como um comentário. Melancolia e dramaticidade velada também fazem desta obra, um momento de cuidado e reflexão na expressão de sentimentos-sons.
A quinta peça foi Nyx de Lauro Pecktor - a qual assisti pela terceira vez – interpretada por Alexandre Fritzen. Com movimento lento e organizações harmônicas ora tranquilas, ora perturbadas, me levou a contemplar os sons e a carga de movimento, gerada pelos batimentos. O ambiente obscuro (Nyx é a deusa da noite, na mitologia grega) aparece num jogo de oposições com amplo uso do registro. Graves e agudos convivem num mesmo percurso, com foco nas diversas complementações claro-escuro com notas de longa duração, num tempo "sem tempo". Em meio a isso, pequenos segmentos líricos que remetem a Chopin. A convivência de registros evoca uma correspondência entre sombra (registro grave) e luz (agudo), numa alusão às imagens noturnas: o céu obscuro e as estrelas brilhantes, imersas no vazio atemporal.
A sexta peça foi a Toccata III, de Fernando Lewis de Mattos, interpretada pela violonista Fernanda Krüger. Foi composta a partir das partes instrumentais da canção A Morte do Leiteiro, a qual tive a oportunidade de ouvir em 2005, com Fernanda e o barítono Demerval Keller. A peça apresenta a alternância e o retorno entre 2 momentos principais, um mais movido e fluído, com figuração circular e reiterada, com rapidez no dedilhado, e o outro contrapontístico e pontuado. A obra traz um pouco da brasilidade de Mattos, que transita com liberdade – e conhecimento de causa – entre o nacional e o universal (cruzamento, aliás, que foi parte do objeto de sua tese de doutorado em Música), a cultura de tradição popular e a música erudita. Num contexto modal, o movimento do primeiro segmento introduz força e progressividade, o que é contraposto ao segmento mais pontuado, interrompido e pesado, do segundo momento.
A última música, fechando a "forma em arco acidentado" do espetáculo, foi o Improviso Livre do duo de violões HoffParú (Nativo Hoffmann e Nanã Parú Quintela Pombo). A música dos dois foi algo extremo. Lembro-me de conversar com Nanã, ao final do concerto sobre o risco - algo tão cobiçado em Performance Art e que vem sendo explorado por artistas de diversas áreas em nossa cidade - e este me falou até de um suposto novo gênero de música, chamado danger music. A partir daí pensei: "o HoffParú faz Danger Music". Ao violão, empunharam ferramentas diversas, baquetas, potes de vidro, espiral de batedeira e muitos giros das cravelhas, provocando mudanças extremas na afinação. Num destes momentos (de re-afinação), achei que a corda mi fosse estourar. Mas os rapazes sabem a medida certa da força. O violão teve muitas transfigurações como instrumento, adquiriu atributos que não possui, no uso tradicional. E tudo isso através da paixão dos músicos pela arte sonora e pelo improviso livre, o que fica evidente na sintonia que os une e os leva a enfrentar o risco, juntos.
Fazendo um balanço do concerto, que teve desde a contemplação musical até a pesquisa sonora "de risco", posso dizer que foi uma noite diversa e rica em sonoridades e expressão. Gostaria de ver mais pessoas interessadas pela música como prática artística, descobrindo corajosamente suas possibilidades expressivas, desde os sons mais humildes até a "danger music". Isso, no entanto, requer iniciativas como esta, deste grupo de jovens compositores e altruístas que apostam na diferença, sem o ranço da memória estereotipada, pretendida como memória cultural "real" por certas mídias. O presente abarca individualidades peculiares. Que nos mantenhamos atentos ao presente e aos frutos dos condicionamentos e certas expectativas, que nos acomodam e nos diminuem.
Vida longa e próspera ao Música de PoA!
Cuca Medina
(compositora)
quinta-feira, 23 de dezembro de 2010
Matéria publicada na Zero Hora (Segundo Caderno) sobre o Concerto do dia 23
Olá, pessoal!
Confiram a matéria que saiu na capa da Segundo Caderno do ZH.
http://wp.clicrbs.com.br/segundocaderno/2010/12/23/uma-nova-geracao/?topo=13,1,1,,,13
Forte abraço!
Alexandre Fritzen da Rocha.
Confiram a matéria que saiu na capa da Segundo Caderno do ZH.
http://wp.clicrbs.com.br/segundocaderno/2010/12/23/uma-nova-geracao/?topo=13,1,1,,,13
Forte abraço!
Alexandre Fritzen da Rocha.
domingo, 19 de dezembro de 2010
Música de PoA 2010 - Ano 4 - Concerto 2
Data: 23 de dezembro de 2010 (5ª feira)
Local: Auditório Tasso Correa – Instituto de Artes da UFRGS. (Rua Senhor dos Passos, 248. Centro. Porto Alegre/RS)
Hora: 19h
Entrada franca
Compositores: Alexandre Fritzen da Rocha, Cuca Medina, Daniel Mendes, Dimitri Cervo, Guilherme Bertissolo, Maria Eduarda Martins, Marcelo Villena, Rodrigo Meine e Sergio Baiano.
Intérpretes: Coro da UFRGS, Alexandre Fritzen da Rocha, Josué Santos Farias, Nanã Parú Quintela Pombo, Nativo Hoffmann Filho e Sergio Baiano.
Produzido por: Alexandre Fritzen da Rocha, Abel Roland, Felipe Faraco, Lauro Pecktor e Rodrigo Meine.
http://musicadepoa.blogspot.com/
www.myspace.com/musicadepoa
Local: Auditório Tasso Correa – Instituto de Artes da UFRGS. (Rua Senhor dos Passos, 248. Centro. Porto Alegre/RS)
Hora: 19h
Entrada franca
Compositores: Alexandre Fritzen da Rocha, Cuca Medina, Daniel Mendes, Dimitri Cervo, Guilherme Bertissolo, Maria Eduarda Martins, Marcelo Villena, Rodrigo Meine e Sergio Baiano.
Intérpretes: Coro da UFRGS, Alexandre Fritzen da Rocha, Josué Santos Farias, Nanã Parú Quintela Pombo, Nativo Hoffmann Filho e Sergio Baiano.
Produzido por: Alexandre Fritzen da Rocha, Abel Roland, Felipe Faraco, Lauro Pecktor e Rodrigo Meine.
http://musicadepoa.blogspot.com/
www.myspace.com/musicadepoa
segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
Música de PoA 2010 - Ano 4 - Concerto 1
Data: 10 de dezembro de 2010 (6ª feira)
Local: Sala Luís Cosme - Casa de Cultura Mário Quintana. (Rua dos Andradas, 736 - Casa de Cultura Mário Quintana. Centro. Porto Alegre/RS)
Hora: 19h
Entrada franca
Compositores: Alexandre Fritzen da Rocha, Fernando Mattos, Lauro Pecktor e Sergio Lemos.
Intérpretes: Alexandre Fritzen da Rocha, Felipe Faraco, Fernanda Krüger, Maria Benincá, Nanã Parú, Nativo Hoffmann Filho e Sergio Lemos.
Produzido por: Alexandre Fritzen da Rocha, Abel Roland, Felipe Faraco, Lauro Pecktor e Rodrigo Meine.
http://musicadepoa.blogspot.com/
www.myspace.com/musicadepoa
Local: Sala Luís Cosme - Casa de Cultura Mário Quintana. (Rua dos Andradas, 736 - Casa de Cultura Mário Quintana. Centro. Porto Alegre/RS)
Hora: 19h
Entrada franca
Compositores: Alexandre Fritzen da Rocha, Fernando Mattos, Lauro Pecktor e Sergio Lemos.
Intérpretes: Alexandre Fritzen da Rocha, Felipe Faraco, Fernanda Krüger, Maria Benincá, Nanã Parú, Nativo Hoffmann Filho e Sergio Lemos.
Produzido por: Alexandre Fritzen da Rocha, Abel Roland, Felipe Faraco, Lauro Pecktor e Rodrigo Meine.
http://musicadepoa.blogspot.com/
www.myspace.com/musicadepoa
sexta-feira, 26 de novembro de 2010
Música de POA 2010! Chamada de Peças
Caros compositores e intérpretes!
É com orgulho que abrimos a chamada de peças para a temporada do Música de POA 2010, evento que neste ano completa quatro anos de existência.
Nesta edição não trabalharemos com temáticas isoladas como nos anos anteriores. Os dois concertos da temporada de 2010 serão multi-temáticos.
Haverão dois concertos em dezembro, um na Sala Luís Cosme da Casa de Cultura Mário Quintana, no dia 10 de dezembro, e o outro no Auditório Tasso Correa do Instituto de Artes da UFRGS, no dia 23 de dezembro. Ambos concertos terão seu início às 19h.
Estamos abrindo a chamada de peças para músicas de câmara no dia 10 de dezembro e para música eletroacústica no dia 23 de dezembro. Encerraremos as inscrições no dia 02 de dezembro, às 19h.
Os critérios para a seleção das peças no Música de POA são: o compositor ter intérprete próprio; residir, ter residido ou ter nascido na cidade de Porto Alegre; a peça não ultrapassar 15min de duração. Damos preferência aos compositores que estarão presentes no evento, assim como aos compositores que participaram de eventos anteriores do Música de POA. Não há a necessidade da peça ser inédita.
Aguardamos sua participação e ficamos a disposição para esclarecimentos pelos e-mails musicadepoa@gmail.com, fritzendarocha@gmail.com, ou pelo telefone (51) 9694 6068 (falar com Alexandre).
Forte abraço a todos!
Alexandre Fritzen da Rocha
(membro da comissão organizadora do Música de POA 2010)
http://musicadepoa.blogspot.com/
www.myspace.com/musicadepoa
É com orgulho que abrimos a chamada de peças para a temporada do Música de POA 2010, evento que neste ano completa quatro anos de existência.
Nesta edição não trabalharemos com temáticas isoladas como nos anos anteriores. Os dois concertos da temporada de 2010 serão multi-temáticos.
Haverão dois concertos em dezembro, um na Sala Luís Cosme da Casa de Cultura Mário Quintana, no dia 10 de dezembro, e o outro no Auditório Tasso Correa do Instituto de Artes da UFRGS, no dia 23 de dezembro. Ambos concertos terão seu início às 19h.
Estamos abrindo a chamada de peças para músicas de câmara no dia 10 de dezembro e para música eletroacústica no dia 23 de dezembro. Encerraremos as inscrições no dia 02 de dezembro, às 19h.
Os critérios para a seleção das peças no Música de POA são: o compositor ter intérprete próprio; residir, ter residido ou ter nascido na cidade de Porto Alegre; a peça não ultrapassar 15min de duração. Damos preferência aos compositores que estarão presentes no evento, assim como aos compositores que participaram de eventos anteriores do Música de POA. Não há a necessidade da peça ser inédita.
Aguardamos sua participação e ficamos a disposição para esclarecimentos pelos e-mails musicadepoa@gmail.com, fritzendarocha@gmail.com, ou pelo telefone (51) 9694 6068 (falar com Alexandre).
Forte abraço a todos!
Alexandre Fritzen da Rocha
(membro da comissão organizadora do Música de POA 2010)
http://musicadepoa.blogspot.com/
www.myspace.com/musicadepoa
segunda-feira, 15 de março de 2010
Novo endereço virtual para a música erudita portoalegrense
O colega Bruno Zieper entrou em contato conosco para solicitar divulgação de uma iniciativa mais que necessária. A criação de um blog de crítica musical de concertos realizados em Porto Alegre é uma boa oportunidade de aproximar o público às problemáticas da nossa arte. Dessa maneira os ouvintes poderâo com certeza fruir mais dos sons e dos ruídos que circulam por aqui.
Podem salvar o endereço nos favoritos:
http://www.posconcerto.blogspot.com
Marcelo Villena
Podem salvar o endereço nos favoritos:
http://www.posconcerto.blogspot.com
Marcelo Villena
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
A importância da música para a prefeitura de POA
(Este comentário é uma opinião pessoal, que não expressa necessáriamente a opinião do grupo.)
Para começar gostaria lembrar que este coletivo de artistas independentes incorporou o nome da cidade como próprio. Gostamos desta cidade porque possibilita muitos encontros entre artistas que tem por hábito pensar e discutir sua produção. É provavelmente a capital brasileira onde mais se lê...Digo isso a partir da minha experiência de marplatense que já viveu em Florianópolis, Curitiba, Sampa e conheceu o Rio e BH.
Pelo amor que temos por esta cidade devemos nos perguntar qual o valor que a prefeitura (nossos administradores do dinheiro da comunidade) dão à música.
Mais um edital para ocupação das salas da Usina do Gasômetro...
Mais uma vez a música é miseramente contemplada com 1 vaga no total de 10, contra 4 de dança e 5 de teatro.
Na cidade existe o "Porto Alegre em cena", festival que inclui a produção teatral local; assim como a Bienal do Mercosul" com participação dos artistas locais...Eu não conheço nenhuma iniciativa do tipo na música.
Por quê?
Alguém pode argumentar que o FUMPROARTE aprova projetos da música. Pelo que eu venho acompanhando 80% dessas aprovações é para gravação de CD...coisa mais fútil impossível, porque qualquer um hoje em dia consegue meios para gravar seu CD em casa.
As ações importantes, as que poderiam gerar uma visibilidade para a área não são contempladas por nossos administradores. De maneira que o público só pode conhecer o trabalho das orquestras (muito mal divulgado, por sinal) que em sua maioria se dedicam a recriar a música europeia dos s. XVIII e XIX (exceto o trabalho do maestro Cunha, claro). Ou assistir aos shows de música popular em formato comercial que são oferecidos nas casas noturnas.
Toda essa reflexão sobre arte e a produção gerada a partir dela é ignorada pelo poder público.
E nós músicos? Vamos ficar eternamente de braços cruzados?
Marcelo Villena - compositor
Para começar gostaria lembrar que este coletivo de artistas independentes incorporou o nome da cidade como próprio. Gostamos desta cidade porque possibilita muitos encontros entre artistas que tem por hábito pensar e discutir sua produção. É provavelmente a capital brasileira onde mais se lê...Digo isso a partir da minha experiência de marplatense que já viveu em Florianópolis, Curitiba, Sampa e conheceu o Rio e BH.
Pelo amor que temos por esta cidade devemos nos perguntar qual o valor que a prefeitura (nossos administradores do dinheiro da comunidade) dão à música.
Mais um edital para ocupação das salas da Usina do Gasômetro...
Mais uma vez a música é miseramente contemplada com 1 vaga no total de 10, contra 4 de dança e 5 de teatro.
Na cidade existe o "Porto Alegre em cena", festival que inclui a produção teatral local; assim como a Bienal do Mercosul" com participação dos artistas locais...Eu não conheço nenhuma iniciativa do tipo na música.
Por quê?
Alguém pode argumentar que o FUMPROARTE aprova projetos da música. Pelo que eu venho acompanhando 80% dessas aprovações é para gravação de CD...coisa mais fútil impossível, porque qualquer um hoje em dia consegue meios para gravar seu CD em casa.
As ações importantes, as que poderiam gerar uma visibilidade para a área não são contempladas por nossos administradores. De maneira que o público só pode conhecer o trabalho das orquestras (muito mal divulgado, por sinal) que em sua maioria se dedicam a recriar a música europeia dos s. XVIII e XIX (exceto o trabalho do maestro Cunha, claro). Ou assistir aos shows de música popular em formato comercial que são oferecidos nas casas noturnas.
Toda essa reflexão sobre arte e a produção gerada a partir dela é ignorada pelo poder público.
E nós músicos? Vamos ficar eternamente de braços cruzados?
Marcelo Villena - compositor
sábado, 30 de janeiro de 2010
Convite aos compositores - e-mail enviado por Germán Gras
pessoal, estou enviando um concurso que me pareceu interesante... deixo com voces...
favor de repassar informaçao para quem voces conheçam e eu estou esquecendo...
obrigado
exitos
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2011 MATA Festival—Call for Submissions
MATA (Music at the Anthology) is currently accepting submissions from young composers for possible commissions and performances on the 2010 MATA Festival in New York City. Three or four commissions will be offered for the 2010 festival, and commissioning fees will range from $2500 to $6000 depending on the parameters of the work. Composers are expected to attend the premiere of their piece. If a composer is not selected for a commission, his or her submitted work will be considered for inclusion on the festival.
Eligibility/Guidelines: Applicants must not have reached their 40th birthday by February 16, 2010. MATA will consider works of any instrumentation and duration; please send whatever you consider to be your best work. (If you submit an orchestral work, please also send a chamber or solo piece.) In addition to traditional instrumental and vocal combinations, MATA also accepts works that include digital media, speaker-based sound pieces, electroacoustic compositions, and audio/visual presentations. If your performer interface (i.e. sheet music) falls outside conventional notation systems, please include examples and clearly explain its parameters. If your music has been programmed on a MATA Festival, or you have received a Festival commission, you must wait three years before re-applying. Only one commission will be awarded to any one composer in his or her lifetime. If your work has been performed on the MATA Interval series you are still eligible to apply.
Submission Materials: Recording (CD) of one or two recent works (It is preferred that you two works, however no more than two may be submitted. Both works can be on one CD. If you submit an orchestral work, please also send a chamber or solo work. MIDI recordings will not be accepted); Scores to accompany the above recordings (unless scores are not pertinent to your work); Biography or résumé; List of works; Contact information; SASE to accommodate return of all submission materials (required). Note: MATA does not accept submission via email. To submit or for more information, contact:
MATA
293 Warren Street, #2
Brooklyn, NY 11201
Phone: 212.563.5124 212.563.5124
Email: info@matafestival.org
Web: www.matafestival.org
Deadline: 16 Feb 2010
favor de repassar informaçao para quem voces conheçam e eu estou esquecendo...
obrigado
exitos
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2011 MATA Festival—Call for Submissions
MATA (Music at the Anthology) is currently accepting submissions from young composers for possible commissions and performances on the 2010 MATA Festival in New York City. Three or four commissions will be offered for the 2010 festival, and commissioning fees will range from $2500 to $6000 depending on the parameters of the work. Composers are expected to attend the premiere of their piece. If a composer is not selected for a commission, his or her submitted work will be considered for inclusion on the festival.
Eligibility/Guidelines: Applicants must not have reached their 40th birthday by February 16, 2010. MATA will consider works of any instrumentation and duration; please send whatever you consider to be your best work. (If you submit an orchestral work, please also send a chamber or solo piece.) In addition to traditional instrumental and vocal combinations, MATA also accepts works that include digital media, speaker-based sound pieces, electroacoustic compositions, and audio/visual presentations. If your performer interface (i.e. sheet music) falls outside conventional notation systems, please include examples and clearly explain its parameters. If your music has been programmed on a MATA Festival, or you have received a Festival commission, you must wait three years before re-applying. Only one commission will be awarded to any one composer in his or her lifetime. If your work has been performed on the MATA Interval series you are still eligible to apply.
Submission Materials: Recording (CD) of one or two recent works (It is preferred that you two works, however no more than two may be submitted. Both works can be on one CD. If you submit an orchestral work, please also send a chamber or solo work. MIDI recordings will not be accepted); Scores to accompany the above recordings (unless scores are not pertinent to your work); Biography or résumé; List of works; Contact information; SASE to accommodate return of all submission materials (required). Note: MATA does not accept submission via email. To submit or for more information, contact:
MATA
293 Warren Street, #2
Brooklyn, NY 11201
Phone: 212.563.5124 212.563.5124
Email: info@matafestival.org
Web: www.matafestival.org
Deadline: 16 Feb 2010
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