pessoal, estou enviando um concurso que me pareceu interesante... deixo com voces...
favor de repassar informaçao para quem voces conheçam e eu estou esquecendo...
obrigado
exitos
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2011 MATA Festival—Call for Submissions
MATA (Music at the Anthology) is currently accepting submissions from young composers for possible commissions and performances on the 2010 MATA Festival in New York City. Three or four commissions will be offered for the 2010 festival, and commissioning fees will range from $2500 to $6000 depending on the parameters of the work. Composers are expected to attend the premiere of their piece. If a composer is not selected for a commission, his or her submitted work will be considered for inclusion on the festival.
Eligibility/Guidelines: Applicants must not have reached their 40th birthday by February 16, 2010. MATA will consider works of any instrumentation and duration; please send whatever you consider to be your best work. (If you submit an orchestral work, please also send a chamber or solo piece.) In addition to traditional instrumental and vocal combinations, MATA also accepts works that include digital media, speaker-based sound pieces, electroacoustic compositions, and audio/visual presentations. If your performer interface (i.e. sheet music) falls outside conventional notation systems, please include examples and clearly explain its parameters. If your music has been programmed on a MATA Festival, or you have received a Festival commission, you must wait three years before re-applying. Only one commission will be awarded to any one composer in his or her lifetime. If your work has been performed on the MATA Interval series you are still eligible to apply.
Submission Materials: Recording (CD) of one or two recent works (It is preferred that you two works, however no more than two may be submitted. Both works can be on one CD. If you submit an orchestral work, please also send a chamber or solo work. MIDI recordings will not be accepted); Scores to accompany the above recordings (unless scores are not pertinent to your work); Biography or résumé; List of works; Contact information; SASE to accommodate return of all submission materials (required). Note: MATA does not accept submission via email. To submit or for more information, contact:
MATA
293 Warren Street, #2
Brooklyn, NY 11201
Phone: 212.563.5124 212.563.5124
Email: info@matafestival.org
Web: www.matafestival.org
Deadline: 16 Feb 2010
sábado, 30 de janeiro de 2010
sexta-feira, 18 de dezembro de 2009
Sobre o concerto de encerramento
...e o último concerto, dia 8 de dezembro no museu da ufrgs às 19:30.
Foram apresentadas as peças:
1- Estudo dodecafônico para contrabaixo elétrico de Eduardo Francisco, compositor que ingressará em 2010 no bacharelado em composição da ufrgs. A peça propõe um diálogo entre a técnica composicional de Schoenberg e técnicas do baixo moderno, num discurso de expressividade pessoal. A interpretação foi do próprio autor.
2 Quatro esquinas marplatenses de Marcelo Villena, interpretadas pelo violonista Pedro Sperb. As peças fazem alusão às esquinas das ruas Mendoza e Falucho, Independencia e Luro, 9 de julio e Misiones e Colón e Buenos Aires da cidade litorânea argentina. Pedro é o segundo intérprete que interpreta o ciclo.
3- Angústia de Marcelo Villena, paisagem sonora eletroacústica feita de áudios registrados no pátio da casa do autor. Procurou-se manter a estrutura formal intacta do momento registrado, trabalhando defasagens, multiplicações de trechos, espacialização em panorama estéreo, ambiencia e filtragem. Uma das trilhas foi processada de maneira a resultar num áudio de síntese.
A cena incluiu Alexandre Fritzen da Rocha, Felipe Faraco, Nanã Paru e Marcelo Villena jogando baralho totalmente alheios ao caos urbano.
4-Diálogos Intercorpóreos, criação coletiva de Lara Sosa Dias (artista plástica e bailarina), Alexandre Fritzen da Rocha (flauta doce), Nanã Parú (violão) e Miguel Sisto. A performance foi uma das melhor delineadas concepções interdisciplinares da temporada do Música de POA 2009
E o final ficou por conta do improviso livre de Alexandre Fritzen da Rocha (flauta doce), Nativo Antônio Hoffmann (violão), Marcelo Villena (flauta doce e quena) e Felipe Faraco (baixo elétrico).
Sobre a apresentação, nada melhor que usar as palavras de uma pessoa do público:
"Vocês estavam eletrizados"
Foram apresentadas as peças:
1- Estudo dodecafônico para contrabaixo elétrico de Eduardo Francisco, compositor que ingressará em 2010 no bacharelado em composição da ufrgs. A peça propõe um diálogo entre a técnica composicional de Schoenberg e técnicas do baixo moderno, num discurso de expressividade pessoal. A interpretação foi do próprio autor.
2 Quatro esquinas marplatenses de Marcelo Villena, interpretadas pelo violonista Pedro Sperb. As peças fazem alusão às esquinas das ruas Mendoza e Falucho, Independencia e Luro, 9 de julio e Misiones e Colón e Buenos Aires da cidade litorânea argentina. Pedro é o segundo intérprete que interpreta o ciclo.
3- Angústia de Marcelo Villena, paisagem sonora eletroacústica feita de áudios registrados no pátio da casa do autor. Procurou-se manter a estrutura formal intacta do momento registrado, trabalhando defasagens, multiplicações de trechos, espacialização em panorama estéreo, ambiencia e filtragem. Uma das trilhas foi processada de maneira a resultar num áudio de síntese.
A cena incluiu Alexandre Fritzen da Rocha, Felipe Faraco, Nanã Paru e Marcelo Villena jogando baralho totalmente alheios ao caos urbano.
4-Diálogos Intercorpóreos, criação coletiva de Lara Sosa Dias (artista plástica e bailarina), Alexandre Fritzen da Rocha (flauta doce), Nanã Parú (violão) e Miguel Sisto. A performance foi uma das melhor delineadas concepções interdisciplinares da temporada do Música de POA 2009
E o final ficou por conta do improviso livre de Alexandre Fritzen da Rocha (flauta doce), Nativo Antônio Hoffmann (violão), Marcelo Villena (flauta doce e quena) e Felipe Faraco (baixo elétrico).
Sobre a apresentação, nada melhor que usar as palavras de uma pessoa do público:
"Vocês estavam eletrizados"
Comentários sobre os últimos concertos
Terminando o ano, terminando as correrias, posso compartilhar alguns conceitos sobre os últimos dois concertos do ano que assisti. Houve um terceiro que aconteceu na mesma data e no mesmo horário que um desses dois.
O concerto que não presenciei foi um especial de Improviso que o Nativo Antônio Hoffmann Filho fez com o guitarrista japonês Yuki Yama. Aconteceu no dia 26 de novembro às 19:30 h no museu da ufrgs. Acredito que deve ter sido excelente. Quem pode falar dele é Felipe Faraco, que fez o apoio logístico e tocou como convidado.
No mesmo horário e dia, Alexandre Fritzen, Mateus Mapa e eu estavamos no Centro Cultural CEEE - EV para uma apresentação de peças com temática relacionada ao Centro Histórico de Porto Alegre. O convite partiu da coordenação da área cultural do CEEE, Sabrina Lebermann. No recital apresentamos as seguintes peças:
1- Porto das águas de Abel Roland, paisagem sonora construída utilizando sons gravados nas ruas de Porto Alegre, principalmente no Arroio Dilúvio e o Guaíba nas imediações do Gasômetro. Esta é uma peça que foi apresentada em outras ocasiões e que caia como luva para a temática.
2- Condor no Hotel Majestic de Marcelo Villena, interpretação livre do título do poema homônimo do catarinense Rodrigo de Haro (tio do pianista e improvisador conhecido por nós Diogo de Haro). Uma peça para violino solo intérpretada pelo próprio autor. Com uso preferencial de técnicas expandidas a composição pretende ilustrar o pouso de essa ave extranha no histórico hotel. A performance cênica incluiu Alexandre Fritzen da Rocha varrendo o palco.
3- Digressão matutina no Instituto de Artes de Alexandre Fritzen da Rocha , paisagem sonora feita de colagens de sons habituais e únicos do nosso templo do saber.
4- Usinão de Mateus Mapa. Samba-homenagem a usina do gasômetro tocado à moda do Zé da Terreira, só com surdão e voz.
O público presente (empresários da região do centro de POA) foi tomada de surpresa. Eles provavelmente nunca ouviram esse tipo de música. A reação espontânea às paisagens sonoras faria o John Cage dar risadas: foram do cochicho tímido à fala em volume claramente perceptível. A sua maneira entenderam que a proposta tinha a ver com o som ambiental...e provavelmente eles assistem espetáculos em que esses som ambiental não é censurado.
Silence...silence...per chè?
O concerto que não presenciei foi um especial de Improviso que o Nativo Antônio Hoffmann Filho fez com o guitarrista japonês Yuki Yama. Aconteceu no dia 26 de novembro às 19:30 h no museu da ufrgs. Acredito que deve ter sido excelente. Quem pode falar dele é Felipe Faraco, que fez o apoio logístico e tocou como convidado.
No mesmo horário e dia, Alexandre Fritzen, Mateus Mapa e eu estavamos no Centro Cultural CEEE - EV para uma apresentação de peças com temática relacionada ao Centro Histórico de Porto Alegre. O convite partiu da coordenação da área cultural do CEEE, Sabrina Lebermann. No recital apresentamos as seguintes peças:
1- Porto das águas de Abel Roland, paisagem sonora construída utilizando sons gravados nas ruas de Porto Alegre, principalmente no Arroio Dilúvio e o Guaíba nas imediações do Gasômetro. Esta é uma peça que foi apresentada em outras ocasiões e que caia como luva para a temática.
2- Condor no Hotel Majestic de Marcelo Villena, interpretação livre do título do poema homônimo do catarinense Rodrigo de Haro (tio do pianista e improvisador conhecido por nós Diogo de Haro). Uma peça para violino solo intérpretada pelo próprio autor. Com uso preferencial de técnicas expandidas a composição pretende ilustrar o pouso de essa ave extranha no histórico hotel. A performance cênica incluiu Alexandre Fritzen da Rocha varrendo o palco.
3- Digressão matutina no Instituto de Artes de Alexandre Fritzen da Rocha , paisagem sonora feita de colagens de sons habituais e únicos do nosso templo do saber.
4- Usinão de Mateus Mapa. Samba-homenagem a usina do gasômetro tocado à moda do Zé da Terreira, só com surdão e voz.
O público presente (empresários da região do centro de POA) foi tomada de surpresa. Eles provavelmente nunca ouviram esse tipo de música. A reação espontânea às paisagens sonoras faria o John Cage dar risadas: foram do cochicho tímido à fala em volume claramente perceptível. A sua maneira entenderam que a proposta tinha a ver com o som ambiental...e provavelmente eles assistem espetáculos em que esses som ambiental não é censurado.
Silence...silence...per chè?
domingo, 6 de dezembro de 2009
Música de POA 2009 - Concerto de encerramento
Compositores: Alexandre Fritzen da Rocha
Eduardo Francisco
Marcelo Villena
Intérpretes: Eduardo Francisco (contrabaixo elétrico)
Pedro Sperb (violão)
Improvisadores: Alexandre Fritzen da Rocha
Felipe Faraco
Marcelo Villena
Nativo Antônio Hoffmann
Onde: Museu da UFRGS
Av. Osvaldo Aranha, 277 - Campus Centro - UFRGS - Fone: +55 51 3308-3390 / +55 51 3308-4022
Quando: terça-feira 8 de dezembro
Horário: 19:30
Quanto: Entrada Franca
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Eduardo Francisco
Marcelo Villena
Intérpretes: Eduardo Francisco (contrabaixo elétrico)
Pedro Sperb (violão)
Improvisadores: Alexandre Fritzen da Rocha
Felipe Faraco
Marcelo Villena
Nativo Antônio Hoffmann
Onde: Museu da UFRGS
Av. Osvaldo Aranha, 277 - Campus Centro - UFRGS - Fone: +55 51 3308-3390 / +55 51 3308-4022
Quando: terça-feira 8 de dezembro
Horário: 19:30
Quanto: Entrada Franca
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sábado, 24 de outubro de 2009
Impressões sobre o concerto Performance + Imagem.
Duas temáticas difíceis.
Sim.
Trabalhos multidisciplinares são um desafio para os compositores portoalegrenses. Isso devém entre outras coisas da escasa discussão que o curso de música do IA tem com os outros inquilinos do prédio, artes visuais e teatro.
Sei.
Percebi que o prédio da arte dramática fica a duas quadras de distância.
A distância é muito maior do que isso. Semana retrasada comentávamos na aula de análise como seria bom termos um seminário de gestaldt unindo as três áreas. O problema esbarra na falta de participação política dos alunos da música. Não existe centro acadêmico da música. Ponto.
Como juntar as pessoas para esse fim?
Não sei.
Dessa maneira, não há produção para esta temática. Os alunos de composição, como todos os alunos da música, estamos preocupados exclusivamente nas notas. Só.
Soma-se a isso uma porção de contratempos. Muita peça cancelada por problemas técnicos. É necessário correr atrás: "o show deve continuar".
"O Filho do faroleiro" teve uma proposta interessante. Um vídeo com imagens de uma praia e um farol. Duas pessoas nesse ambiente. Isso como imagem para o relato de um trovador que intercala fala e ilustração musical através de uma viola caipira. Proposta simples e muito eficiente. O fato do relato não ser comentado pelo vídeo, de serem duas coisas que se encontram na imaginação funcionou muito bem. Por outro lado, problemas pessoais impediram a declamadora de se apresentar. Fernando Mattos se escusou: "Eu sou um quebra-galho". Para mim cumpriu satisfatóriamente sua função. Se alguém não gostou quero ressaltar a coragem do cidadão.
"Siglas" teve sua segunda apresentação (a primeira foi na Mostra de Música Contemporânea). A peça é escrita para 8 vozes. Foi adaptada para quatro. Houve um desdobramento dos cantores para preencher as funções. A preocupação que tivemos foi dar a esta segunda apresentação uma leitura mais performática. A peça pode crescer trabalhando melhor as sonoridades dos fonemas, percebendo melhor os "momentos" que a compõem e aproveitando a energia particular de cada um deles. A ajuda de um diretor teatral seria muito saudável. Pena que Martinêz (o autor) não pode comparecer. Encontrei com ele no IA ontem e concordou com a intervenção da cantora lírica maluca que não consta na partitura.
"Quadros" contém os riscos usuais de um improviso coletivo. Três situações predeterminadas: movimentos lineares, drama e imobilidade. Isto como roteiro cênico. A música sublinha ou altera a cena. Acredito que os conceitos sobre os quais trabalhamos um improviso devem ser retrabalhados. É um desperdiço esgotar as possibilidades numa só apresentação. A integração dos componentes pode ser muito mais intensa.
"Sonho desperto" foi a meu ver o que melhor funcionou na noite. Trabalho integrado em que uma artista visual e um músico criaram juntos um discurso poético. Integração vídeo/eletroacústica. Integração dos dois autores no palco. Tudo teve um sentido. Tudo foi bem trabalhado. O final em "retrogradação" (vejamos bem: a retrogradação do vídeo) foi previsível...Ler os textos ao contrário no início e colocá-los na sua forma 'compreensível' no fim funciona.
Quem sabe é isso? Falarmos de uma vez por todas honestamente sobre nossas percepções
para gerarmos reflexões nos criadores.
Eu sou mais um na plateia.
E um último recado a nós compositores: temos a responsabilidade de formar nosso público. Devemos dar um salto de qualidade. Só conseguiremos isso com planejamento e disciplina.
Marcelo Villena
Sim.
Trabalhos multidisciplinares são um desafio para os compositores portoalegrenses. Isso devém entre outras coisas da escasa discussão que o curso de música do IA tem com os outros inquilinos do prédio, artes visuais e teatro.
Sei.
Percebi que o prédio da arte dramática fica a duas quadras de distância.
A distância é muito maior do que isso. Semana retrasada comentávamos na aula de análise como seria bom termos um seminário de gestaldt unindo as três áreas. O problema esbarra na falta de participação política dos alunos da música. Não existe centro acadêmico da música. Ponto.
Como juntar as pessoas para esse fim?
Não sei.
Dessa maneira, não há produção para esta temática. Os alunos de composição, como todos os alunos da música, estamos preocupados exclusivamente nas notas. Só.
Soma-se a isso uma porção de contratempos. Muita peça cancelada por problemas técnicos. É necessário correr atrás: "o show deve continuar".
"O Filho do faroleiro" teve uma proposta interessante. Um vídeo com imagens de uma praia e um farol. Duas pessoas nesse ambiente. Isso como imagem para o relato de um trovador que intercala fala e ilustração musical através de uma viola caipira. Proposta simples e muito eficiente. O fato do relato não ser comentado pelo vídeo, de serem duas coisas que se encontram na imaginação funcionou muito bem. Por outro lado, problemas pessoais impediram a declamadora de se apresentar. Fernando Mattos se escusou: "Eu sou um quebra-galho". Para mim cumpriu satisfatóriamente sua função. Se alguém não gostou quero ressaltar a coragem do cidadão.
"Siglas" teve sua segunda apresentação (a primeira foi na Mostra de Música Contemporânea). A peça é escrita para 8 vozes. Foi adaptada para quatro. Houve um desdobramento dos cantores para preencher as funções. A preocupação que tivemos foi dar a esta segunda apresentação uma leitura mais performática. A peça pode crescer trabalhando melhor as sonoridades dos fonemas, percebendo melhor os "momentos" que a compõem e aproveitando a energia particular de cada um deles. A ajuda de um diretor teatral seria muito saudável. Pena que Martinêz (o autor) não pode comparecer. Encontrei com ele no IA ontem e concordou com a intervenção da cantora lírica maluca que não consta na partitura.
"Quadros" contém os riscos usuais de um improviso coletivo. Três situações predeterminadas: movimentos lineares, drama e imobilidade. Isto como roteiro cênico. A música sublinha ou altera a cena. Acredito que os conceitos sobre os quais trabalhamos um improviso devem ser retrabalhados. É um desperdiço esgotar as possibilidades numa só apresentação. A integração dos componentes pode ser muito mais intensa.
"Sonho desperto" foi a meu ver o que melhor funcionou na noite. Trabalho integrado em que uma artista visual e um músico criaram juntos um discurso poético. Integração vídeo/eletroacústica. Integração dos dois autores no palco. Tudo teve um sentido. Tudo foi bem trabalhado. O final em "retrogradação" (vejamos bem: a retrogradação do vídeo) foi previsível...Ler os textos ao contrário no início e colocá-los na sua forma 'compreensível' no fim funciona.
Quem sabe é isso? Falarmos de uma vez por todas honestamente sobre nossas percepções
para gerarmos reflexões nos criadores.
Eu sou mais um na plateia.
E um último recado a nós compositores: temos a responsabilidade de formar nosso público. Devemos dar um salto de qualidade. Só conseguiremos isso com planejamento e disciplina.
Marcelo Villena
quarta-feira, 21 de outubro de 2009
Música de POA 2009
4° concerto: Performance + Imagem
Centro Cultural CEEE Érico Veríssimo
Quinta-feira 22 de outubro
Programa
Trabalhos falados (Narrativas do litoral sul)
André Severo (imagens)
Fernando Mattos (música)
Duas histórias colhidas entre Mostardas e Chuí.
I – O Filho do Faroleiro
II – Piratas dos Neutrais
Siglas
Martinez Nunes
Canto falado: Celina Del Monaco, Flávia Furquim,
Cuca Medina, Marcelo Villena
Quadros
Improviso coletivo
Cuca Medina: voz e acordeão
Marcelo Villena: performer
Rodrigo Avellar: live-electronics
Ulises Ferretti: flauta doce e voz
Sonho desperto
Alexandre Fritzen da Rocha (música)
Mariana Konrad (vídeo)
4° concerto: Performance + Imagem
Centro Cultural CEEE Érico Veríssimo
Quinta-feira 22 de outubro
Programa
Trabalhos falados (Narrativas do litoral sul)
André Severo (imagens)
Fernando Mattos (música)
Duas histórias colhidas entre Mostardas e Chuí.
I – O Filho do Faroleiro
II – Piratas dos Neutrais
Siglas
Martinez Nunes
Canto falado: Celina Del Monaco, Flávia Furquim,
Cuca Medina, Marcelo Villena
Quadros
Improviso coletivo
Cuca Medina: voz e acordeão
Marcelo Villena: performer
Rodrigo Avellar: live-electronics
Ulises Ferretti: flauta doce e voz
Sonho desperto
Alexandre Fritzen da Rocha (música)
Mariana Konrad (vídeo)
quarta-feira, 14 de outubro de 2009
Performance + Imagem
Data: 22 de outubro de 2009
Local: Centro Cultural CEEE Érico Veríssimo - Rua dos Andradas 1223 - Centro
Hora: 19:30
4° Concerto Anual Música de POA
Temática: Performance + Imagem
Participações:
Alexandre Fritzen da Rocha, André Severo, Celina Del Monaco, Claudine Abreu, Cuca Medina,Fernando Mattos, Flávia Furquim, Marcelo Villena, Maria Helena Bernardes, Martinêz Nunes, Mariana Konrad, Ricardo Eizirik e Swami Silva.
Local: Centro Cultural CEEE Érico Veríssimo - Rua dos Andradas 1223 - Centro
Hora: 19:30
4° Concerto Anual Música de POA
Temática: Performance + Imagem
Participações:
Alexandre Fritzen da Rocha, André Severo, Celina Del Monaco, Claudine Abreu, Cuca Medina,Fernando Mattos, Flávia Furquim, Marcelo Villena, Maria Helena Bernardes, Martinêz Nunes, Mariana Konrad, Ricardo Eizirik e Swami Silva.
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